A LITURGIA NOS FAZ IGREJA: NOVA OBRA DO PRESIDENTE DA ASLI É PUBLICADA PELA EDITORA SANTUÁRIO
A Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI), em parceria com a Editora Santuário, tem o imenso prazer de apresentar ao público brasileiro a mais nova coleção que se ocupa do tema da liturgia. Nos últimos anos percebe-se um real interesse por essa matéria veiculada por tantos meios de comunicação. Contemporaneamente, faz-se mais que necessário o desenvolvimento de uma formação litúrgica de qualidade capaz de introduzir o povo de Deus na dinâmica do rendimento de graças a Deus e da santificação da humanidade, que lhe é própria (cf. SC 7).
Quando o Concílio Vaticano II colocou como pauta inicial o objetivo de promover uma profunda reforma litúrgica, seguindo os passos dos grandes papas do século XX, especialmente do Papa São Pio X e Pio XII, tinha em mente refontizar a Igreja, isto é, “fomentar cada vez mais entre os fiéis a vida cristã” (SC 1), perenemente saciada nas fontes das Escrituras, dos Santos Padres e da Sagrada Liturgia. À liturgia restitui-se o seu lugar de cume e, contemporaneamente, fonte (cf. SC 10), lugar onde se “atua a obra da nossa redenção” (SC 2), por meio do agir de Cristo ressuscitado e glorioso sempre presente na sua Igreja “especialmente nas ações litúrgicas”, que associa a si como a sua dileta esposa (cf. SC 7). Eis que se descortina diante dos nossos olhos uma das grandes verdades impressas na teologia dos últimos dois séculos: eclesiologia e liturgia são inexoravelmente inseparáveis. De fato, a Lumen Gentium ao apresentar a Igreja o faz usando uma linguagem própria do âmbito da liturgia: a chama de “sacramento” – “A Igreja, em Cristo, é como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano” (LG 1) –; da mesma forma sustém se os sacramentos a gerar a unidade da mesma, garantindo a sua catolicidade (cf. LG 7); recorda também que “Aos que se voltam com fé para Cristo, autor de salvação e princípio de unidade e de paz, Deus chamou-os e constituiu-os em Igreja, a fim de que ela seja para todos e cada um sacramento visível desta unidade salutar” (LG 9).
A liturgia assim entendida como como cume e fonte, ponto de liga que garante à Igreja a vitalidade desejada pelo seu Fundador, torna-se, de fato, “ação sagrada por excelência – ação divino-humana – à qual nenhuma outra ação na Igreja lhe igualha, sob o mesmo título e grau” (SC 7).
Eis o grande tesouro de riquezas inigualáveis que essa coleção deseja explorar, a fim de que, com os olhos fixos no autor e consumador da nossa fé (cf. Hb 12,2), celebremos os seus divinos mistérios por meio de uma participação que seja realmente ativa, consciente e frutuosa (cf. SC 11), “para que em tudo seja Deus glorificado” (1Pd 4,11).
No primeiro volume da Coleção – A Liturgia nos faz Igreja – o autor Dom Jeronimo Pereira, presidente da Associação dos Liturgistas do Brasil, explica que o título “que escolhemos para esse nosso livro, que agora o caríssimo leitor tem entre as mãos, é inspirado num cântico entoado em todo o Brasil: “Vinde, ó irmãos, adorar... a Eucaristia nos faz Igreja, comunidade de amor”. O processo de comutação da palavra “Eucaristia” por “Liturgia”, usado intencionalmente, tem dois significados de máxima importância: primeiro porque a Eucaristia é a celebração do memorial que Cristo nos deixou, portanto, a celebração ritual (liturgia) da universalidade do seu sacrifício; segundo porque o Concílio Vaticano II usou o mesmo processo de modo consciente e natural, assinalando um salto de qualidade na reflexão teológico sacramental na estreitíssima relação entre Eucaristia, na complexidade de significados do seu termo grego original, e a Igreja, “comunidade de amor”. De fato, a expressão cume e fonte que a Constituição Litúrgica Sacrosanctum Concilium, usa ao menos três vezes (cf. SC 10,14,90) para referir-se à liturgia in genere, originalmente, referia-se à Eucaristia, como mais tarde recordou o papa Bento XVI”.
Adquira a obra em: https://www.editorasantuario.com.br/colecoes-99/colec-o-liturgia/a-liturgia-nos-faz-igreja
A LITURGIA NOS FAZ IGREJA: NOVA OBRA DO PRESIDENTE DA ASLI É PUBLICADA PELA EDITORA SANTUÁRIO
A Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI), em parceria com a Editora Santuário, tem o imenso prazer de apresentar ao público brasileiro a mais nova coleção que se ocupa do tema da liturgia. Nos últimos anos percebe-se um real interesse por essa matéria veiculada por tantos meios de comunicação. Contemporaneamente, faz-se mais que necessário o desenvolvimento de uma formação litúrgica de qualidade capaz de introduzir o povo de Deus na dinâmica do rendimento de graças a Deus e da santificação da humanidade, que lhe é própria (cf. SC 7).
Quando o Concílio Vaticano II colocou como pauta inicial o objetivo de promover uma profunda reforma litúrgica, seguindo os passos dos grandes papas do século XX, especialmente do Papa São Pio X e Pio XII, tinha em mente refontizar a Igreja, isto é, “fomentar cada vez mais entre os fiéis a vida cristã” (SC 1), perenemente saciada nas fontes das Escrituras, dos Santos Padres e da Sagrada Liturgia. À liturgia restitui-se o seu lugar de cume e, contemporaneamente, fonte (cf. SC 10), lugar onde se “atua a obra da nossa redenção” (SC 2), por meio do agir de Cristo ressuscitado e glorioso sempre presente na sua Igreja “especialmente nas ações litúrgicas”, que associa a si como a sua dileta esposa (cf. SC 7). Eis que se descortina diante dos nossos olhos uma das grandes verdades impressas na teologia dos últimos dois séculos: eclesiologia e liturgia são inexoravelmente inseparáveis. De fato, a Lumen Gentium ao apresentar a Igreja o faz usando uma linguagem própria do âmbito da liturgia: a chama de “sacramento” – “A Igreja, em Cristo, é como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano” (LG 1) –; da mesma forma sustém se os sacramentos a gerar a unidade da mesma, garantindo a sua catolicidade (cf. LG 7); recorda também que “Aos que se voltam com fé para Cristo, autor de salvação e princípio de unidade e de paz, Deus chamou-os e constituiu-os em Igreja, a fim de que ela seja para todos e cada um sacramento visível desta unidade salutar” (LG 9).
A liturgia assim entendida como como cume e fonte, ponto de liga que garante à Igreja a vitalidade desejada pelo seu Fundador, torna-se, de fato, “ação sagrada por excelência – ação divino-humana – à qual nenhuma outra ação na Igreja lhe igualha, sob o mesmo título e grau” (SC 7).
Eis o grande tesouro de riquezas inigualáveis que essa coleção deseja explorar, a fim de que, com os olhos fixos no autor e consumador da nossa fé (cf. Hb 12,2), celebremos os seus divinos mistérios por meio de uma participação que seja realmente ativa, consciente e frutuosa (cf. SC 11), “para que em tudo seja Deus glorificado” (1Pd 4,11).
No primeiro volume da Coleção – A Liturgia nos faz Igreja – o autor Dom Jeronimo Pereira, presidente da Associação dos Liturgistas do Brasil, explica que o título “que escolhemos para esse nosso livro, que agora o caríssimo leitor tem entre as mãos, é inspirado num cântico entoado em todo o Brasil: “Vinde, ó irmãos, adorar... a Eucaristia nos faz Igreja, comunidade de amor”. O processo de comutação da palavra “Eucaristia” por “Liturgia”, usado intencionalmente, tem dois significados de máxima importância: primeiro porque a Eucaristia é a celebração do memorial que Cristo nos deixou, portanto, a celebração ritual (liturgia) da universalidade do seu sacrifício; segundo porque o Concílio Vaticano II usou o mesmo processo de modo consciente e natural, assinalando um salto de qualidade na reflexão teológico sacramental na estreitíssima relação entre Eucaristia, na complexidade de significados do seu termo grego original, e a Igreja, “comunidade de amor”. De fato, a expressão cume e fonte que a Constituição Litúrgica Sacrosanctum Concilium, usa ao menos três vezes (cf. SC 10,14,90) para referir-se à liturgia in genere, originalmente, referia-se à Eucaristia, como mais tarde recordou o papa Bento XVI”.
Adquira a obra em: https://www.editorasantuario.com.br/colecoes-99/colec-o-liturgia/a-liturgia-nos-faz-igreja
